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Orgulhoso de ser geek…. ^^

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Cliente Tibia no Linux

Opa!

O que parecia descontinuado voltou! Já faz um tempo que a Cipsoft, criadora de um dos mais clássicos jogos de MMORPG do mundo – Tibia -, resolveu voltar a distribuir versões do jogo para Linux. É só ir na página oficial do jogo (www.tibia.com), baixar o cliente e descompactar. Aqui deu um problema quando fui executar, abria a janela do jogo, mas a tela ficava toda preta. Isso pode-se resolver facilmente instalando o pacote libosmesa6-dev.

Se tu tem uma distro baseada em Debian, ou o próprio Debian (como eu ^^), abra um terminal, e, como root, execute o seguinte comando:

# apt-get install libosmesa6-dev

Isto instalará pacotes para renderização do mesa, exatamente o que falta para o Tibia rodar. Toque ficha no executável do cliente e divirta-se com a versão Linux deste maravilhoso game. Qualquer dia, coloco aqui um manual para rodar o cliente Tibia pelo Wine e pelo Cedega. ^^

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Mágicas do VIM – Macros

Meu editor para programação favorito é o VIM. Sou fanático por esse maravilhoso editor e suas funcionalidades. Qualquer coisa que peçam para eu programar, o utilizo. Minha última descoberta foi sobre o maravilhoso esquema de macros dele. Macros existem para nos poupar do horrível trabalho de fazer passos repetidamente. Por exemplo, tu tem o seguinte trecho no seu arquivo:

symbol O 0
symbol VIM 1
symbol É 2
symbol MÁGICO 3

Se tu quiser retirar em cada linha a palavra symbol, os números e os espaços, pode-se gravar uma macro para isso. Sem estar em modo nenhum (<ESC>), aperte em q e mais uma letra, para identificar a macro. Agora, aparecerá a palavra “recording” no rodapé do VIM. Entre no modo de inserção (<INSERT>) e faça para a primeira linha o que tu quer que seja gravado na macro. Quando tiver terminado, saia do modo de inserção e aperte apenas q. Assim, tua macro estará pronta para ser usada. Vá para a próxima linha e aperte @<letra_definida_à_macro>. Por exemplo, se tu definiu a letra ‘a’ para identificar a macro, aperte @a. Todos os passos que tu tinha gravado na macro serão executados nessa linha. Executando isso linha por linha, ficaremos com:

O
VIM
É
MÁGICO

E está feito. Se tu não quiser fazer isso para cada linha (vamos dizer que tu tenha 100 linhas para alterar), tu pode gravar na macro para ele ir para a próxima linha depois de completar tudo. Quando tu for executar a macro, posicione o cursor na primeira linha a ser alterada e digite (sem estar no modo de inserção) 100@<identificador_da_macro>. Assim, o VIM irá chamar 100 vezes tua macro, como foi gravado para ele pular para a próxima linha no final, as 100 linhas são alteradas todas de uma vez.

Mágico!

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Teclado USB no Debian Etch

Bem, no meu último post comentei que instalei o Debian no meu PC em casa. O teclado USB que instalei estava dando problemas com o Linux, mas tinha conseguido arrumar. No Debian, descobri que o problema também acontece. Se tento bootar o kernel com irqpoll, o sistema simplesmente congela quando entra na situação de nobody cared.

O interessante é o seguinte: no Debian, o kernel somente desabilita a IRQ #11 quando passo muito tempo sem usar o teclado (questão de uns 15 minutos). Enquanto estou usando, o problema não acontece. No dmesg, só notei uma coisa: ele monta novamente o usb device como se ele tivesse sido desmontado. Acho que aqui está uma grande pista para os desenvolvedores do kernel (ou para eu tentar arrumar!).

Posted in Linux.


Debian Etch

Qual é a novidade da semana? Debian Etch! Realizei um dos meus sonhos: instalar Debian puro na minha máquina! Que maravilha. Fui no site oficial e baixei a iso do netinst. Para quem já instalou o Ubuntu uma vez, a instalação é tranqüila. Não que o Debian tenha se inspirado no Ubuntu na instalação, mas o inverso é verdade. A única coisa diferente é que, como é um netinst (sistema básico, instala o restante dos pacote via internet), o instalador irá perguntar que tipo de pacote adicional tu vai querer instalar. Eu instalei o Ambiente Desktop, que vem com o Gnome por padrão. Também pode-se simplesmente optar por pular esta parte e instalar tudo depois, via apt-get.

Por enquanto, estou gostando muito do Debian. Velhos problemas (teclado USB), parecem ter ficado para trás… =)

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Teclado lerdo no Linux corrigido…

Enfim, a solução verdadeira ao problema…

Quando dei um dmesg, depois que o problema apareceu, aparecia dizendo que a IRQ #11 estava desabilitada. Do lado da mensagem, tinha uma sugestão que não tinha percebido: iniciar com a opção irqpoll no kernel.

Continued…

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Eu também erro…

Desculpe-me, mas no meu último post eu forneci uma informação errada. De fato, com a solução apresentada, o problema de lentidão no teclado USB demorou um pouco mais para aparecer, mas apareceu.

Estou procurando soluções para o problema. Quando tiver uma, colocarei aqui no blog.

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Problemas com Teclado USB

Muito bem.

Depois das minhas desventuras tentando fazer meu grub reconhecer meu teclado USB (é só confirir um dos meus posts anteriores). Tive uma pequena surpresa com o Ubuntu 6.10: depois de algum tempo de uso ele imprimia em qualquer terminal que eu estivesse usando uma mensagem que dizia que ele tinha desabilitado a IRQ #11. Isso acontecia também quando eu tinha teclado PS/2, mas nunca me deu maiores dores de cabeça. Só que com o teclado USB, o teclado começava a ficar lento. E mais: a internet não funcionava mais. No Windows meu teclado funciona, só no Linux ele dava estes problemas. Instalei a versão 7.04 do Ubuntu, mas nada feito. Voltei para o Ubuntu 6.06 e o problema persistiu. Depois de muito estudar e pesquisar, achei que eu poderia arrumar isto ajustando algumas configurações de driver no xorg.conf. E não é que eu estava certo? =) Antes, meu xorg.conf era assim:

Section “InputDevice”
Identifier “Generic Keyboard”
Driver “kbd”
Option “CoreKeyboard”
Option “XkbRules” “xorg”
Option “XkbModel” “abnt2″
Option “XkbLayout” “br”
Option “XkbVariant” “abnt2″
EndSection

Agora, ficou assim:

Section “InputDevice”
Identifier “Generic Keyboard”
Driver “keyboard”
Option “CoreKeyboard”
Option “XkbRules” “xorg”
Option “XkbModel” “abnt2″
Option “XkbLayout” “br”
Option “XkbVariant” “abnt2″
Option “XkbOptions” “compose:rwin”
EndSection

Diferença sutil, mas eficaz. Fica aí a dica para quem tem o mesmo tipo de problema que eu. =)

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Novo álbum do Dream Theater

Em junho deste ano será lançado o novo álbum de uma das mais influentes bandas do progressive metal: Dream Theater. O nome do novo álbum será Systematic Chaos e contará com 8 novas faixas. A lista de músicas será:

  1. In The Presence of Enemies Pt.1 (9:00)
  2. Forsaken (5:36)
  3. Constant Motion (6:55)
  4. The Dark Eternal Night (8:51)
  5. Repentance (10:43)
  6. Prophets Of War (6:01)
  7. The Ministry of Lost Souls (14:57)
  8. In The Presence of Enemies Pt.2 (16:38)

Esperamos com ansiosidade por esta nova obra… Mais informações aqui.

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Teclado USB + GRUB

É conhecido um problema que o grub tem com relação a teclados USB. Pois bem, eu tive alguns probleminhas aqui em casa… =P Minha entrada PS/2 para o teclado (note que só o teclado, a entrada para o mouse continua funcionando…) pifou de uma maneira misteriosa que ainda agora não entendo, mas bem, tive que comprar um teclado USB. Bootando meu PC e entrando no grub qual é minha surpresa? O grub não reconhecia meu teclado USB.

Pensei: “e agora?”. Pelo menos eu conseguia bootar o Ubuntu (por causa do time out do grub) e via que o teclado funcionava. Só o grub que não estava gostando dele. Depois de ler alguns tutoriais na internet e pedir alguns conselhos a amigos (valeu César e Rodolfo pela ajuda) descobri que eu poderia arrumar isso habilitando uma opção na minha BIOS. Aqui na minha máquina a opção era “USB keyboard”, mas em algumas máquinas pode ser “USB legacy”. Do estado “disabled” passei para “enabled”, rebootei a máquina e “tchran”! Funcionou! Fica aqui a minha dica para aqueles que tiverem o mesmo tipo de problema que eu e não acharam alguma solução.

Posted in Linux, Nerd.