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	<title>Bryan Garber's Blog &#187; Sistemas Operacionais</title>
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	<description>Where nerds collide!</description>
	<lastBuildDate>Mon, 12 Dec 2011 16:46:13 +0000</lastBuildDate>
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		<title>FreeBSD way of life &#8211; instalação e dicas</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Jan 2011 16:26:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bryan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sistemas Operacionais]]></category>

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		<description><![CDATA[GNU/Linux sempre foi um dos meus sistemas operacionais favoritos. A minha distro Linux de uso diário é o Debian. Eu gosto muito do &#8220;controle das coisas&#8221; que ele propicia, mas tenho altos e baixos com a visão estreita que a distro tem sobre Free Open Source. Eles levam o assunto muito a sério, como podemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>GNU/Linux sempre foi um dos meus sistemas operacionais favoritos. A minha distro Linux de uso diário é o Debian. Eu gosto muito do &#8220;controle das coisas&#8221; que ele propicia, mas tenho altos e baixos com a visão estreita que a distro tem sobre Free Open Source. Eles levam o assunto muito a sério, como podemos ver nas notícias que eles, finalmente, <a href="http://www.debian-news.net/2011/01/23/debian-frees-up-the-kernel-again/">&#8220;libertaram&#8221; todo o kernel Linux</a>. Bem, esse post não veio para falar de Linux. Conhecendo Linux, é inevitável não conhecermos o Unix, o precursor disso tudo. O Unix é o &#8220;pai-de-todos&#8221;. A partir dele, conhecemos o BSD (SO criado pelo pessoal da UC Berkeley &#8211; Universidade da Califórnia), o Minix (criado por Andrew Tanenbaum, com propósitos educacionais), o Linux (criado por Linus Torvalds, a partir de seus interesses no Minix) e ainda existem vários outros que foram criados em cima da ideia do Unix. Vejam só, o Mac OS sempre foi baseado no Unix, mas passou a ser baseado no BSD a partir da sua versão X. Então podemos dizer que o Unix ainda é bastante presente nas nossas vidas (ainda não tanto entre os usuários comuns, mas vem ganhando espaço a cada dia). A partir do BSD, que acabou tornando-se um sistema operacional bastante restrito devido à várias fabricantes o terem adotado na época, foi criado o FreeBSD, que procurou a liberdade para o BSD, e o mantém livre até o momento. E é nesse cara que vou me focar a partir daqui.</p>
<h2>Instalação Básica</h2>
<p>A versão atual do FreeBSD é a 8.1 e pode ser baixada <a title="aqui" href="http://www.freebsd.org/where.html">aqui</a>. Eu preferi baixar a versão <em>bootonly</em>. Antes de continuarmos, recomendo que experimentem a instalação em uma máquina virtual, para evitar dores de cabeça mais tarde. Se gostares do sistema, poderás instalar na tua máquina real, seguindo praticamente os mesmos passos (e cuidando para não sobrescrever os SO&#8217;s existentes), daí já com a experiência de ter instalado uma vez. Aviso que FreeBSD definitivamente não é um SO recomendado para iniciantes, então muita cautela. Também coloco aqui que o FreeBSD é um sistema demorado e difícil de configurar. Tu não terás um sistema rodando antes de perder uns 2 dias (na melhor das hipóteses) configurando e instalando, enfrentar o grande dragão Smaug em sua Montanha Solitária, derrotar Saruman e seu terrível exército de uruk-hais abomináveis e derrubar o grande Olho Vermelho de Sauron, o Senhor do Escuro, em sua Torre Escura Barad-dûr, e seus terríveis Espectros do Anel, não necessariamente nesta ordem.</p>
<p>Bem, voltando ao que interessa:</p>
<ol>
<li>Uma vez iniciado o disco, ele irá inicializar o sistema básico, irá perguntar o país e irá cair em um menu com várias opções: um manual de referência e as opções de instalação. Selecionaremos a opção de instalação &#8220;Standard&#8221;.</li>
<li>Os próximos três passos serão de reserva de espaço em disco, seleção do <em>boot manager</em> e configuração das partições do FreeBSD. Como eu estou utilizando uma VM, simplesmente pedi para usar todo o disco, usar o <em>boot manager</em> padrão (Standard) e usar a configuração automática para as partições do FreeBSD. Cuide para não sobrescrever teus SO&#8217;s já existentes, caso já esteja instalando na tua máquina. O FreeBSD reconhecerá automaticamente tua tabela de partições no <em>fdisk</em>.</li>
<li>Após configuradas as partições, ele pedirá para escolher a distribuição a ser instalada. Eu recomendo selecionar (e marcar pressionando a tecla &#8220;Espaço&#8221;) a distribuição &#8220;User&#8221; e selecionar os manuais em inglês no menu seguinte. Quando selecionado, aperte &#8220;Tab&#8221; para selecionar o botão &#8220;Ok&#8221; e pressione &#8220;Enter&#8221;.</li>
<li>A próxima janela irá perguntar se queres instalar as coleções do <em>ports</em>. O <em>ports</em> é uma árvore de direrórios para instalar novos softwares, como explicarei mais tarde. Selecione &#8220;Yes&#8221; nesta etapa, pois o <em>ports</em> será necessário mais tarde.</li>
<li>A janela de seleções de distribuições será apresentada novamente, pressione &#8220;Tab&#8221; para selecionar o &#8220;Ok&#8221; e aperte &#8220;Enter&#8221;, para irmos à próxima etapa da instalação.</li>
<li>A janela que será apresentada pedirá para selecionarmos a mídia de instalação do sistema. Como baixamos a versão <em>bootonly</em>, vamos selecionar via FTP. <strong>Atenção:</strong> pode ser que, na hora de baixar os pacotes dos servidores FTP, ocorram erros ao tentar contactar o site. Isso provavelmente significa que tem algum <em>firewall</em> bloqueando a conexão. Para superar isso, voltamos para esta janela e selecionamos via FTP Passivo (FTP Passive).</li>
<li>Na próxima etapa, devemos selecionar o servidor que iremos baixar os pacotes. Recomendo usar o &#8220;<em>Main Site</em>&#8221; (ftp.freebsd.org).</li>
<li>O instalador irá perguntar se queres tentar conexões IPv6 na interface. Como ainda é difícil termos suporte a esta tecnologia, vamos selecionar &#8220;No&#8221;.</li>
<li>A próxima pergunta é se queremos tentar a configuração via DHCP. Para esta pergunta, respondemos &#8220;Yes&#8221;.</li>
<li>Então, nos será pedido para colocar o nome do máquina em &#8220;Host&#8221;. O domínio e as outras informações já deverão estar preenchidos automaticamente, mas não custa conferir se está tudo certo. Navegue pelos itens com o &#8220;Tab&#8221;, deixe em branco o campo de &#8220;Extra options&#8221; e selecione &#8220;Ok&#8221; e pressione &#8220;Enter&#8221;.</li>
<li>Será feita uma pergunta de última chance antes de se gravar as mudanças em disco. This is the point of no return. Se estiveres certo com tudo que foi feito, apenas pressione &#8220;Enter&#8221;.</li>
<li>Aguarde, a instalação irá começar. Isso levará algum tempo, dependerá da tua velocidade de conexão e da capacidade de processamento da tua máquina. Aproveite e tome um cafézinho&#8230; <img src='http://bgarber.notapipe.org/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  A instalação até aqui não foi muito dolorosa, o pior ainda está por vir&#8230;. <img src='http://bgarber.notapipe.org/blog/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </li>
<li>Ao final, uma tela parabenizando pela finalização da instalação será apresentada. Agora vamos configurar algumas outras coisas&#8230; Apresentarei cada pergunta e cada resposta em cada um dos próximos itens.</li>
<li>Network gateway? &#8220;No&#8221;.</li>
<li>Configure inetd and network services? &#8220;No&#8221;.</li>
<li>SSH login? &#8220;Yes&#8221;. <img src='http://bgarber.notapipe.org/blog/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </li>
<li>Anonymous FTP? &#8220;No&#8221;.</li>
<li>NFS server? &#8220;No&#8221;.</li>
<li>NFS client? &#8220;No&#8221;.</li>
<li>Customize console settings? &#8220;No&#8221;.</li>
<li>Set time zone now? &#8220;Yes&#8221;.</li>
<li>As próximas janelas são de configuração do relógio, selecione &#8220;No&#8221; para a pergunta se o relógio da CMOS está em UTC (ou &#8220;Yes&#8221;, se tu tens certeza de que está). Selecione região e fuso nas próximas janelas; o instalador irá perguntar se a sigla BRST faz sentido, responda &#8220;Yes&#8221;.</li>
<li>Configure mouse? &#8220;Yes&#8221;.</li>
<li>Na próxima tela, selecione &#8220;Enable&#8221;, teste e verifique existe um ponteirinho se mexendo na tela. Caso ok, selecione &#8220;Ok&#8221; e selecione &#8220;Exit&#8221; no menu anterior.</li>
<li>A próxima janela irá perguntar se tu queres navegar pelos repositórios de pacotes para adicionar alguma coisa à instalação. Selecione &#8220;Yes&#8221;. Navegando nas categorias da próxima janela, selecione: <em>gnome</em> e marque <em>gnome2-2.30.1_1</em> na lista seguinte. Isso marcará todas as dependências dele. Selecione alguns temas para GTK e Metacity que estão disponíveis na lista, são bastante bons. Pressione &#8220;Ok&#8221; e voltaremos a tela de categorias anterior. Selecionamos a categoria <em>x11</em>, e marcamos o pacote <em>xorg-7.5</em>. Suas dependências serão marcadas.</li>
<li>Na próxima janela, confirme os pacotes a serem instalados pressionando &#8220;Ok&#8221;. Caso o instalador pergunte, vamos selecionar novamente o &#8220;<em>Main Site</em>&#8221; para baixar os pacotes. O instalador comentará que as configurações de rede aparentemente já foram feitas, confirme isso pressionando &#8220;Ok&#8221;.</li>
<li>Mais uma longa espera&#8230; Eu disse que isso iria demorar&#8230; Hehehehe&#8230; Repare agora que não conseguimos ter ideia nenhuma se já estamos quase terminando ou recém começando. Bad FreeBSD! No donuts for you! Repare que, ainda por cima, os pacotes do X11 não são marcados por padrão quando selecionamos o Gnome2. Muy malo!</li>
<li>Após a instalação dos pacotes, vamos criar novos usuários para o sistema e novos grupos. Mantendo a tradição &#8220;Linux&#8221;, vamos primeiro criar um grupo especial para o usuário (em geral, com o mesmo nome do usuário) e vamos criar o usuário, adicionando o grupo criado anteriormente como grupo do usuário. Por exemplo usuário <em>bgarber</em> e grupo <em>bgarber</em>.</li>
<li>Agora estamos de volta ao menu inicial. Simplesmente selecione &#8220;Exit install&#8221; e aperte &#8220;Enter&#8221;.</li>
<li>O instalador irá avisar que vai reiniciar a máquina, pressione &#8220;Ok&#8221; e certifique-se de remover os discos, para não entrares na instalação novamente.</li>
</ol>
<p>Pronto, temos o sistema básico funcionando. O que eu achei de errado no instalador do FreeBSD é que, enquanto ele está instalando pacotes adicionais, não se dá pra ter ideia de quanto já foi concluído. Podiam ter um pouco mais de informações estas telas! Além de tudo, ao fazer <em>reboot</em>, verás que a interface gráfica não carregará imediatamente&#8230; Isso por que teremos que configurar mais algumas coisas, o que explicarei logo em seguida&#8230;</p>
<h2><em>pkg_add, pkg_delete</em> e <em>ports</em></h2>
<p>Bem, depois da instalação do sistema, acho que faz sentido falarmos um pouco sobre a instalação de pacotes no FreeBSD. São oferecidas duas formas de instalar novos softwares: ou a partir dos pacotes pré-compilados usando <em>pkg_add</em>, ou compilá-los manualmente usando a árvore do <em>ports</em>. Antes de usarmos estas ferramentas, é interessantes rodarmos os seguintes comandos:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #666666; font-style: italic;"># freebsd-update fetch install</span>
<span style="color: #666666; font-style: italic;"># portsnap fetch extract</span></pre></div></div>

<p>O primeiro comando irá atualizar o sistema e o segundo irá baixar e instalar a árvore de diretórios do <em>ports</em>.</p>
<p>Falando, então, do <em>pkg_add</em>. Ele é usado para instalar novos pacotes e, em geral, é executado da seguinte forma:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #666666; font-style: italic;"># pkg_add -r &lt;packet_name&gt;</span></pre></div></div>

<p>Portanto, se eu fornecer &#8220;vim&#8221; no lugar do &#8220;&lt;packet_name&gt;&#8221;, o FreeBSD irá instalar, a partir dos repositórios remotos (reconhecido pelo argumento &#8220;-r&#8221;) o &#8220;vim&#8221;. O <em>pkg_add</em> irá resolver as dependências e instalá-las.</p>
<p>De forma inversa ao <em>pkg_add</em>, o <em>pkg_delete</em> é utilizado para remover pacotes instalados no sistema. Cuidado, pois ele se recusará a desinstalar um pacote que possui outros pacotes que dependam dele. Recomendo a leitura dos manuais dos comandos. <img src='http://bgarber.notapipe.org/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>O <em>ports</em> é uma versão mais &#8220;mão-grande&#8221; do <em>pkg_add</em>. Enquanto o <em>pkg_add</em> fornece pacotes pré-compilados, o <em>ports</em> baixa, compila e instala cada dependência para um programa que deve ser instalado. Mas não se iluda, isso pode parecer muita coisa, mas muitas vezes é o mais recomendado. O <em>ports</em> em si não é um comando, é uma estrutura de diretórios. Dentro de /usr/ports veremos uma lista de diretórios, dividindo os pacotes por categorias. Entramos no diretório da categoria, entramos no diretório do pacote, executamos <em>make install clean</em> e o pacote e suas dependências não satisfeitas serão baixadas, compiladas e instaladas. Um exemplo, usando o pacote do vim:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #666666; font-style: italic;"># cd /usr/ports/editors/vim</span>
<span style="color: #666666; font-style: italic;"># make clean install</span></pre></div></div>

<p>Pronto. Recomendo dar uma olhada nas categorias e uma navegada pelos diretórios. Instalar pacotes pelo <em>ports</em> vai demorar um pouco mais do que de costume, mas vale a pena. Para remover algum pacote, basta executar <em>make deinstall</em>, dentro do diretório do pacote.</p>
<h2>Configurando o X.org, o GDM e o Gnome</h2>
<p>Como vocês devem ter reparado, ter instalado os pacotes do Gnome e do X.org não fez com que nenhuma interface gráfica fosse carregada, no momento. Isso é porque o FreeBSD não configurou para carregar os módulos deles em tempo de <em>boot</em>. para carregar a interface gráfica por padrão no momento do <em>boot</em>, basta adicionar as seguintes linhas no arquivo <em>/etc/rc.conf</em>:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #007800;">dbus_enable</span>=<span style="color: #ff0000;">&quot;YES&quot;</span>
<span style="color: #007800;">hald_enable</span>=<span style="color: #ff0000;">&quot;YES&quot;</span>
<span style="color: #007800;">gdm_enable</span>=<span style="color: #ff0000;">&quot;YES&quot;</span>
<span style="color: #007800;">gnome_enable</span>=<span style="color: #ff0000;">&quot;YES&quot;</span></pre></div></div>

<p>Além disso, devemos configurar o kern.maxfiles. Esta é uma das variáveis dos &#8220;<em>tunables</em>&#8220;, o que quer dizer que podemos otimizar a performance do FreeBSD. Devemos atualizar este valor, que indica o máximo de arquivos que podem ser abertos ao mesmo tempo no sistema. A alteração é feita no arquivo <em>/boot/loader.conf</em>, adicionando a seguinte linha:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">kern.maxfiles=<span style="color: #000000;">20000</span></pre></div></div>

<p>Por fim, teremos que adicionar no <em>/etc/fstab</em> para montar o<em> /proc</em>. Isso se faz necessário, pois sem isso o GDM não exibirá os usuários do sistema.</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">proc   <span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>proc   procfs   rw   <span style="color: #000000;">0</span>   <span style="color: #000000;">0</span>﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿</pre></div></div>

<h2>Dicas Finais</h2>
<ul>
<li>Use o /usr/ports. É a melhor maneira de instalar novos programas.</li>
<li>Permita que um usuário possa fazer &#8220;<em>su -</em>&#8221; (para acessar a conta de <em>root</em>) adicionando-o no grupo <em>wheel</em>.</li>
<li>Se estiver numa VM <em>VirtualBox</em>, instale os <em>guest additions</em>! Basta irmos no <em>ports</em> do FreeBSD <em>/usr/ports/emulators/virtualbox-ose-additions</em>; executar <em>make install clean</em>; executar Xorg -configure; copiar o xorg.conf.new para o /etc/X11; e atualizar o <em>/etc/X11/xorg.conf</em>, trocando a opção &#8220;<em>Driver&#8221;</em> da sessão &#8220;<em>Device</em>&#8221; para &#8220;<em>vboxvideo</em>&#8221; e a opção &#8220;<em>Driver</em>&#8221; da sessão &#8220;<em>InputDevice</em>&#8221; para &#8220;<em>vboxmouse</em>&#8220;.</li>
<li>Às vezes o GDM não inicia assim, tão automaticamente. Recompilá-lo pelo <em>ports</em> (<em>/usr/ports/x11/gdm; make deinstall; make reinstall clean</em>) é uma boa ideia. <img src='http://bgarber.notapipe.org/blog/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />  Quando fizer o <em>reboot</em>, pode ser que ele ainda assim não inicie de primeira, entre como <em>root</em> e execute <em>gdm restart</em>. Agora ele tem que iniciar e provavelmente passará a funcionar no <em>boot</em>.</li>
<li>Minha experiência diz que coisas obscuras podem acontecer enquanto estiveres usando o FreeBSD. Não tenha medo de buscar as informações na internet!</li>
<li>Tenha paciência. O FreeBSD é um sistema lento quando instalado pelos pacotes pré-compilados. Recompilar o kernel, otimizando para o teu caso, é uma boa ideia (tem um manual de como fazer isso <a title="aqui" href="http://www.freebsd.org/doc/en_US.ISO8859-1/books/handbook/kernelconfig.html">aqui</a>).</li>
</ul>
<p>Bem, este foi um artigo bastante longo e cansativo. Aproveite seu novo sistema operacional. <img src='http://bgarber.notapipe.org/blog/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<div style="float: right; margin-left: 10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://bgarber.notapipe.org/blog/2011/01/freebsd-way-of-life-instalacao-e-dicas/&via=bgarber&text=FreeBSD way of life - instalação e dicas&related=:&lang=en&count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Minix 3 Adventures: fazendo funcionar a rede no VirtualBox</title>
		<link>http://bgarber.notapipe.org/blog/2009/05/minix-3-adventures-fazendo-funcionar-a-rede-no-virtualbox/</link>
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		<pubDate>Sun, 31 May 2009 20:48:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bryan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas Operacionais]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste semestre, estou fazendo a cadeira de Projeto de Sistemas Operacionais na faculdade. Por opção, resolvi (em conjunto com alguns colegas) usar o Minix 3 como sistema operacional de estudos. Instalei ele, feliz da vida, numa máquina virtual do VirtualBox. O problema é que a rede não queria de jeito nenhum funcionar! A princípio deveria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste semestre, estou fazendo a cadeira de Projeto de Sistemas Operacionais na faculdade. Por opção, resolvi (em conjunto com alguns colegas) usar o Minix 3 como sistema operacional de estudos. Instalei ele, feliz da vida, numa máquina virtual do VirtualBox. O problema é que a rede não queria de jeito nenhum funcionar! A princípio deveria funcionar, escolhi o driver certo na instalação (AMD Lance, emulado pelo VMWare e pelo VirrtualBox), mas não funcionava. Depois de muito pesquisar, consegui fazer funcionar. Aqui vão as dicas!</p>
<p>Depois de completada a instalação do Minix 3, reinicie o sistema (não esqueça de botar no VirtualBox para ele não montar o cdrom do Minix3) e execute primeiramente estes passos:</p>
<ol>
<li>Com o sistema reiniciado, coloque a imagem do CD do Minix 3 de volta.</li>
<li>Como root, execute &#8220;packman&#8221;.</li>
<li>Procura o número do vim, para instalá-lo do CD&#8230; ;-P</li>
<li>Cuidado para não deixar ele tentar atualizar a lista de arquivos da internet (o que tu não tem ainda&#8230; hehehehe&#8230;)</li>
</ol>
<p>Estes foram somente os passos para instalar o vim&#8230; hehehehe&#8230; Os passos que segui para fazer a rede funcionar no Minix 3 foram estes:</p>
<ol>
<li>Edite o arquivo &#8220;/usr/etc/rc&#8221; (com o vim).</li>
<li> Vá para a linha 82; ela diz &#8220;Starting services:&#8221;.  Vá para a  próxima linha;  ela começa com &#8220;up random&#8221;.</li>
<li> Aperte &#8220;v&#8221; (para entrar em modo visual) e vá selecionando até o primeiro &#8220;fi&#8221; que tu encontrar.</li>
<li> Recorte estas linhas.</li>
<li> Agora, vá até a linha que diz &#8220;up inet&#8221;.</li>
<li> Cole as linhas que tu copiaste logo em cima desta linha.</li>
<li> Vá para baixo, até onde diz &#8220;intr -t 20 hostaddr -h&#8221; (use o &#8220;/&#8221; do vim).</li>
<li>Mude o &#8220;20&#8243; para &#8220;30&#8243;</li>
</ol>
<p>Esta é a primeira parte da solução&#8230; hehehehe&#8230; Agora vamos para o kernel&#8230;</p>
<ol>
<li>Dá um cd /usr/src/drivers/lance</li>
<li> vim lance.c</li>
<li> A partir da linha 632, edite da forma como segue.</li>
<li>Comente as seguintes linhas:</li>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="c" style="font-family:monospace;"><span style="color: #b1b100;">if</span> <span style="color: #009900;">&#40;</span>ec<span style="color: #339933;">-&gt;</span>ec_linmem <span style="color: #339933;">!=</span> <span style="color: #0000dd;">0</span><span style="color: #009900;">&#41;</span>
<span style="color: #009900;">&#123;</span>
    assert<span style="color: #009900;">&#40;</span> <span style="color: #0000dd;">0</span> <span style="color: #009900;">&#41;</span><span style="color: #339933;">;</span>
    <span style="color: #808080; font-style: italic;">/*phys2seg(&amp;ec-&gt;ec_memseg, &amp;ec-&gt;ec_memoff, ec-&gt;ec_linmem);*/</span>
<span style="color: #009900;">&#125;</span>
&nbsp;
<span style="color: #808080; font-style: italic;">/* XXX */</span> <span style="color: #b1b100;">if</span> <span style="color: #009900;">&#40;</span>ec<span style="color: #339933;">-&gt;</span>ec_linmem <span style="color: #339933;">==</span> <span style="color: #0000dd;">0</span><span style="color: #009900;">&#41;</span> ec<span style="color: #339933;">-&gt;</span>ec_linmem<span style="color: #339933;">=</span> <span style="color: #208080;">0xFFFF0000</span><span style="color: #339933;">;</span></pre></div></div>

<li>E adicione a seguinte linha:</li>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="c" style="font-family:monospace;">ec<span style="color: #339933;">-&gt;</span>ec_linmem<span style="color: #339933;">=</span> <span style="color: #208080;">0xFFFF0000</span><span style="color: #339933;">;</span></pre></div></div>

<li>Salve o arquivo e saia do vim.</li>
<li>Vá até a pasta /usr/src/ e execute o seguinte comando:</li>
<p>	<strong># make world</strong></li>
<li>Vai demorar uns 15 ou 20 minutos, aproveite para tomar um cafézinho&#8230;</li>
<li>Reinicie o Minix 3 (não esqueça de desmontar a imagem do cdrom do VirtualBox&#8230;).</li>
<li>Depois de reiniciado, dê um ps ax | grep lance.</li>
<li>Com o PID do driver de rede (provavelmente, será 55), nós vamos nos aproveitar do Reincarnation Server do Minix 3 e matar o processo do driver de rede. Sim, isso mesmo:</li>
<p>	<strong># kill -9 55</strong></p>
<li>O RS vai verificar a morte do processo driver e reiniciá-lo, agora sim a rede vai estar funcionando 100%.</li>
</ol>
<p>O único problema é que toda a vez que reiniciarmos o sistema teremos que executar o comando kill. Mas, por mim, tá tudo bem. <img src='http://bgarber.notapipe.org/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Debian irá suportar kernel FreeBSD</title>
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		<pubDate>Fri, 08 May 2009 20:55:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bryan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sistemas Operacionais]]></category>

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		<description><![CDATA[Esses dias atrás (na real, já faz umas semanas), eu descobri que o Debian irá suportar o kernel FreeBSD. Achei muito bom, já que torna o Debian cada vez mais num SO realmente universal. Mas isso não implica que o Debian deixará de possuir o kernel Linux: apenas o usuário poderá escolher entre os dois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esses dias atrás (na real, já faz umas semanas), eu descobri que o Debian irá suportar o kernel FreeBSD. Achei muito bom, já que torna o Debian cada vez mais num SO realmente universal. Mas isso não implica que o Debian deixará de possuir o kernel Linux: apenas o usuário poderá escolher entre os dois kernels qual o melhor para o seu caso. Eu confesso que estou ansioso para testar esta nova opção do Debian. Para mais informações, dêem uma olhada no link abaixo.</p>
<p><a href="http://lists.debian.org/debian-devel-announce/2009/04/msg00001.html">http://lists.debian.org/debian-devel-announce/2009/04/msg00001.html</a></p>
<p>Neste mail da lista do Debian é dito que o kernel está disponível na versão instável do Debian, mas, dando um <strong>aptitude search kfreebsd</strong> no Squeeze (atual versão testing), percebe-se que os fontes já se encontram lá para serem baixados e compilados.</p>
<div style="float: right; margin-left: 10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://bgarber.notapipe.org/blog/2009/05/debian-ira-suportar-kernel-freebsd/&via=bgarber&text=Debian irá suportar kernel FreeBSD&related=:&lang=en&count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>]]></content:encoded>
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